Deputada Bia Kicis defende voto impresso para 2022

Autora da Proposta de Emenda à Constituição 135/19, que torna o voto impresso obrigatório, disse que não confia no atual sistema de votação com a urna eletrônica e, por isso, defende o voto impresso “auditável”. Ela disse que está atenta ao que o eleitor pede nas ruas. “E o eleitor que o voto impresso”, disse a parlamentar em entrevista ao repórter Felipe José, da TV Correio. Bia Kicis é presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal.

Como funcionaria: o eleitor continuará votando na urna, mas com um adendo que o voto poderá ser “conferido”, mas não pode pegar, nem levar para casa. Esse voto impresso servirá para ser auditado após o término da votação. Lembrando que, hoje, 10% das urnas têm os votos auditados ao final de cada eleição e os partidos participam.

Ou seja, após o resultado ser divulgado, os votos impressos serão contabilizados, ou seja auditados, para ver se os resultados “batem”. Esse sistema com voto de papel pode sim dar margem a fraudes, como alega o Tribunal Superior Eleitoral.

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