Será que os membros da CPI dos Combustíveis, instalada na Câmara de João Pessoa, vão apresentar requerimento questionando a indicação de Mikika Leitão para presidente, tal qual ocorreu com o vereador Raoni Mendes?
Tanto Raoni, que renunciou à presidência e à comissão após questionamento na primeira reunião da CPI, quanto Mikika foram indicados pela Mesa Diretora da Casa. Qual a diferença?
As declarações do vereador Fábio Carneiro, nesta terça-feira (23), tornam cada vez mais claras as razões: o “problema” era com Raoni, que se posicionou contrário à criação da comissão no início, mas depois assinou o requerimento.
A justificativa de Fábio é de que deveria ser adotado o mesmo critério do Congresso em relação à CPIs, de eleição direta para presidente. Mas, o Regimento Interno da Câmara entende diferente: a indicação na é do presidente, no caso, o vereador Dinho Dowsley.
Agora, é de se esperar que o objetivo da CPI, que é investigar possíveis abusos nos preços praticados pelos postos de combustíveis na Capital, não seja “queimado” ainda na largada.




