A Folha de São Paulo rebateu, nesta quinta-feira (10), a ação movida pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) para que o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba lhe conceda direito de resposta sobre a reportagem “Senador envia R$ 210 milhões em emendas a obra que contratou empresas de ex-funcionário na Paraíba”.
Veneziano acusa a Folha de “omissão seletiva” por não ter publicado integralmente explicações encaminhadas pela assessoria.
Para o Jornal, a matéria trouxe fatos verídicos e é papel da imprensa informar à população, citando que “jornalismo não existe para adular candidatos”.
“A notícia publicada pelo jornal é legítima e narra fato de interesse público, sem qualquer inverdade, conotação político-partidária ou conteúdo ofensivo”, diz a manifestação da Folha.
“A livre imprensa exerce papel fundamental em nosso Estado de Direito. O direito de informar e de ser informado é essencial na democracia, principalmente para a legitimidade do processo político. Os partidos políticos e os candidatos devem respeitar a Constituição Federal e a liberdade de imprensa. Jornalismo não existe para adular candidatos”.
Por isso, o jornal pede que o pedido de direito de resposta deve ser negado, já que, dia acordo com a Folha, não foi publicada nenhuma “afirmação inverídica, caluniosa, difamatória ou injuriosa”.
“A livre imprensa exerce papel fundamental em nosso Estado de Direito. O direito de informar e de ser informado é essencial na democracia, principalmente para a legitimidade do processo político. Os partidos políticos e os candidatos devem respeitar a Constituição Federal e a liberdade de imprensa. Jornalismo não existe para adular candidatos.”, argumentou a Folha.
“Não há que se falar na concessão de direito de resposta ao candidato no presente caso e sua busca não pode servir como forma de propaganda eleitoral”.