Por mais que o comunicador tenha feito um questionamento pertinente sobre a presença de alguém ligado ao prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, na chapa do senador Efraim Filho (PL), pré-candidato ao governo, se ajuda ou atrapalha, não dá para desconsiderar três pontos: a força de Bruno, o da máquina e o de Campina, segundo maior colégio eleitoral do estado.
Sem falar no sobrenome ‘Cunha Lima’. Em Campina, fala muito.
Também é bom lembrar que o grupo Cunha Lima chegará às urnas, dividido. A parte que é liderada por Cássio e Pedro optou pelo apoio ao ex-prefeito Cícero Lucena (MDB) com Diogo Cunha Lima (PSD) indicado para vice.
A primeira-dama Juliana Cunha Lima atende a critérios, além de equilibrar a chapa no quesito gênero, é psicóloga, tem atuado junto a políticas publicas para mulheres e mães atípicas.
O comentário, feito durante entrevista ao programa O Paraíba Boa (100.5 FM), foi após uma pergunta sobre a possibilidade de Juliana integrar a pretensa chapa na vaga de vice. Efraim aguarda por uma resposta.
“Ajuda ou atrapalha?”, indagou Nilvan, emendando que a gestão de Bruno, que está no sexto ano consecutivo, não está bem. É realmente não está, principalmente com relação a constantes atrasos de salários para algumas categorias. Mas, o peso político que o apoio representa não pode ser subestimado.
Mas, sem Bruno, quem Efraim teria para apoiá-lo em Campina, com peso político abrangente? A direita conservadora na cidade conta com o deputado estadual Sargento Neto (PL) e algumas lideranças sem mandato, a exemplo do empresário Artur Bolinha (PL) e da médica Annelise Meneguesso (PL).




