Ao contrário do que avalia o senador Efraim Filho, pré-candidato ao governo, de que apenas um nome da oposição estará em um eventual segundo turno em 2026 – no caso, ele -, pelas contas do prefeito Bruno Cunha Lima, a disputa deve ficar entre Efraim e o prefeito Cícero Lucena, o que afastaria a tese de “todos juntos”, caso vençam um primeiro turno.
“Eleição não é retrato; eleição é análise de projeção. É preciso se antecipar às cenas que virão pela frente. Não se surpreenda se Cícero e Efraim chegarem ao segundo turno. Já participei de eleições e, se tem algo que o eleitor busca, é atribuir um voto de confiança a quem tem posição e está disposto a cumprir o papel de conduzir o Estado”, disse Bruno em entrevista ao MR Cast, apresentado por Arquimedes de Castro.
O cenário apontado por Bruno é um dos possíveis. Mas, ao mesmo tempo, derruba a tese de que a oposição está em “sintonia” ou fará campanha com esse espírito. O fato é que nenhum nome da oposição vai entrar em uma campanha, principalmente em um cenário de sucessão, pensando no adversário como “amigo”.
Com essa tese, Bruno desconsidera de cara a força da base governista – o nome é o do vice-governador Lucas Ribeiro, que deve assumir o comando do estado em abril. O que não deveria.
Lucas irá para a disputa sentado na cadeira de governador, recebendo a gestão bem avaliada de João Azevêdo, e terá ao lado partidos com as maiores bancadas n Assembleia Legislativa: Republicanos, PSB, PP e Solidariedade.




