Hugo se defende sobre IOF, mas não esquece do aumento de gastos pela Câmara

O presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB), usou as redes sociais para se defender de críticas recebidas devido a decisão do Congresso que invalidou três decretos do presidente Lula (PT), que elevavam as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). 

Em uma publicação no Instagram, Motta classificou como “fake” a avaliação de que o Palácio do Planalto teria sido “traído” e surpreendido com a inclusão e a votação da proposta de derrubada dos decretos na Câmara.

Hugo recebeu ainda uma enxurrada de críticas pelo discurso contra gastos do governo e, ao mesmo tempo, onerar os custos da Câmara com o aumento do número de parlamentares, além de garantir a políticos com mandato, acumular aposentadoria mais o salário.

“Capitão que vê o barco indo em direção ao iceberg e não avisa não é leal, é cúmplice. E nós avisamos ao governo que essa matéria do IOF teria muita dificuldade de ser aprovada no Parlamento”, disse Hugo Motta em um vídeo.

Na postagem, o presidente da Câmara também voltou a repetir que não atende a projetos políticos individuais. “Presidente de qualquer Poder não pode servir a um partido, tem que servir ao seu país”, declarou.