Rico, pobre, preto, branco, estudado ou não, de boa família ou não, a violência contra a mulher não tem cor, raça ou religião. Tem, sim, homens que se acham donos, fortes, seguros de si e que andam tendo a certeza de que podem coagir, amedrontar, bater, estuprar, matar e ainda sair andando como “reis” que nunca serão.
