O paradoxo em que se transformou o Brasil: “a pacificação para mim não deve valer para você”. Se o presidente da Câmara Federal, o deputado Hugo Motta, coloca uma pauta que favoreça a turma ‘A’, é taxado de fraco, se não coloca, também. Se atende a ‘B’, a turma ‘A’ grita. Se transformou em um ciclo vicioso. E o discurso é sempre o mesmo: “vai pacificar”. Vai nada!
