Divididos em 2026, grupo Cunha Lima e aliados miram em 2028

Em se tratando de Campina Grande, esqueça as eleições de 2026 e avance para 2028 porque nos bastidores já há uma preocupação crescente sobre o futuro político do grupo Cunha Lima, não só os de sobrenome, mas os que o cerca. Afinal, se trata do segundo maior colégio eleitoral da Paraíba, com peso político suficiente para decidir uma eleição estadual.

Nessa terça-feira, antes do início da sessão da Assembleia Legislativa da Paraíba, o deputado Tovar Correia Lima falou sobre esse “futuro”. (ASSISTA AQUI)

O grupo já entendeu que a divisão para esta eleição é questão vencida. Pelo menos, no primeiro turno. Em um eventual segundo turno, podem se unir, mas também não há garantias. Então, trabalham para que essa divisão temporária não interfira mais adiante.

De um lado, nomes como Pedro Cunha Lima, Cássio Cunha Lima, Romero Rodrigues, Tovar Correia Lima e Fábio Ramalho declararam apoio ao prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, compondo a chapa, inclusive, com a indicação da vice.

De outro, o grupo do prefeito Bruno Cunha Lima mantém sua aliança com o senador Efraim Filho, que é pré-candidato ao governo, a chapa pode vir a ter a primeira-dama de Campina Grande, Juliana Cunha Lima, como vice. O anúncio de quem vai compor a chapa está próximo já que a convenção do PL será no dia 2 de agosto.

Mas, o ponto central que está provocando essa discussão silenciosa é: o prefeito Bruno Cunha Lima estará encerrando o segundo mandato em 2028 e o grupo precisará de um sucessor. É aqui que entra 2026. A depender do resultado de outubro, as eleições municipais terão rumo diferentes.

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