Reeleito em Campina Grande, prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil) assume o novo mandato em meio a uma gestão questionada, não apenas pela oposição. Esse último ano do primeiro mandato encerrou com questões administrativas pendentes, a exemplo de salários atrasados, e que precisarão ser sanadas ao longo desses próximos quatro anos.
Bruno chegou a enfrentar “fogo amigo” durante a pré-campanha quando o principal fiador de sua eleição em 2020, o atual deputado federal Romero Rodrigues, alimentou falsa esperança de uma candidatura a prefeito.
Ao final, os bombeiros senador Efraim Filho, presidente do União Brasil na Paraiba, o deputado estadual Fábio Ramalho, que comanda o PSDB no estado, e o ex-senador Cássio Cunha Lima entraram em cena e conseguiram (re)unir todos em nome da sobrevivência do grupo.
O vice de Bruno é o ex-vereador Alcindor Vilarim (Podemos), que teria sido indicado por Romero e acatado por todos como prova de “boa fé”.
Nos bastidores, Bruno tem sido lembrado para a disputa pelo Governo da Paraíba, que já tem na mesa os nomes de Efraim, Romero e do ex-deputado Pedro Cunha Lima. Como resolverão a escolha, é que ainda é cedo.
Lembrando que as oposições na Paraíba – a de Campina Grande e a de João Pessoa (que tem o PL de Cabo Gilberto Silva e o Novo de Sérgio Queiroz). Devem sair divididos no primeiro turno.
A solenidade de posse de Bruno e Alcindor está marcada para às 16h, no Teatro Municipal Severino Cabral.




