Em tempos em que se debate uma presença mais significativa da mulher em espaços de poder, a vereadora de Campina Grande, Jô Oliveira (PCdoB), é uma voz necessária na política da Paraíba.
la participou da audiência pública promovida pela Câmara Federal e Assembleia Legislativa, nessa quinta-feira (7) e, literalmente, chamou a atenção do deputado federal Hugo Motta.
Falou, como bem disse na tribuna, não por Hugo ser paraibano, mas por comandar um dos maiores poderes do país, que é a Câmara Federal. Há quem diga que na “hierarquia” da caneta está em segundo lugar.
Pediu pela agilidade na discussão e votação da Proposta de Emenda à Constituição que trata do fim da escala 6×1 e pelo Projeto de Lei que criminaliza a misoginia.
Jô é uma mulher negra e, desde que assumiu, tem sido alvo de preconceitos na Câmara de Campina, e não é pela cor da pele. Assim como a vereadora, muitas mulheres têm sofrido preconceitos com políticos homens com medo de sombra.
Esse post não é sobre eleições, é só mesmo tempo acaba sendo, é sobre representatividade de qualidade na política.




