No dia da filiação do prefeito da Capital, Cícero Lucena, ao MDB, o senador Efraim Filho (União Brasil) se reunia com uma outra banda da oposição para prestigiar o aniversário do companheiro de partido, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima.
E não estava só. O encontro, que aconteceu na parte da manhã, reuniu os deputados Romero Rodrigues (Podemos), Tovar Correia Lima (PSDB), Fábio Ramalho (PSDB) e Sargento Neto (PL), além do vice-prefeito de Campina, Alcindor Vilarim (Podemos).
A saída de Cícero da base do governador João Azevêdo e a união de Efraim com o PL do ex-prefeito Jair Bolsonaro acabou por dividir de vez as oposições, já que o senador Veneziano Vital do Rêgo, aliado do presidente Lula (PT), não se encaixaria em uma chapa com Efraim.
Com os nomes postos para a disputa do governo, Cícero e Efraim agora disputam o apoio do grupo Cunha Lima. O ex-deputado Pedro Cunha Lima garante que está no páreo, mas tem repetido que ficaria bem com qualquer um dos dois. Não tem apego a cargos, costuma dizer.
Efraim parece torcer para que Pedro se mantenha na disputa. Com isso, as oposições teriam três candidaturas. Pode até ser bom em um eventual segundo turno mas, fracionando os votos, dois deixaram dois de fora.




