Presidente do Republicanos na Paraíba, o deputado federal Hugo Motta disse que trabalha para que a chapa da base governista seja votada como um todo. Ou seja, palavras dele: “quem vota em João [Azevêdo] vota em Nabor [Wanderley], e quem vota em João e Nabor [para o Senado], vota em Lucas [Ribeiro] para o governo”.
Mas, o também presidente da Câmara Federal sabe que, em uma eleição com dois votos para o Senado, como será a de 2026, haverá situações em que esse voto casado não será possível.
As declarações foram dadas em resposta a um questionamento, durante entrevista ao Podcast ‘A Tal da Política’, sobre o crescimento da pré-candidatura do prefeito de Patos, Nabor Wanderley, pai de Hugo, e que tem recebido apoios de prefeitos que ainda não declararam ou já informaram não votar em João Azevêdo para o Senado.
Além de João e Nabor, existem outros dois nomes já posicionados nessa pré-campanha: o senador que buscará a reeleição Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que está em pré-campanha desde o ano passado, e o ex-ministro Marcelo Queiroga (PL).
Os dois figuram hoje en chapas diferentes pelas oposições, mas que ainda não têm o segundo nome definido, deixando margem para apoios fracionados.
“Vamos trabalhar para que a chapa como um todo seja vitoriosa. Esse é o compromisso do PSB, do Progressistas e do Republicanos, que é trabalhamos por essa unidade”, destacou Hugo Motta.
Ele analisa que o crescimento de Nabor se dá pelo fato de o prefeito vivenciar a causa municipalista de perto – já está no quarto mandato em Patos, além de ter sido deputai estadual – e os gestores municipais o enxergam como alguém que possa representá-los no Senado.




