Veneziano tenta “colar” em João Azevêdo, que é oposição, já em Bruno…

De olho na reeleição, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) tem impulsionado uma espécie de “dobradinha informal” com o governador João Azevêdo (PSB), também com o nome posto para a disputa do Senado e a quem faz oposição desde o início de 2022. Mas, quando se trata do aliado, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, o descolamento é notório.

Em relação a João, quem ainda não percebeu, analise as últimas movimentações. A justificativa a seria porque os dois têm as bençãos do presidente Lula para a disputa. Nos últimos meses, ao comemorar resultados de pesquisas, Veneziano, mesmo pontuando em segundo lugar, tem citado textualmente João, que aparece em primeiro até agora.

Até o primeiro semestre do ano, seria impensável Veneziano fazer essas referências ao adversário político.

Além de bem quisto e com gestão elogiada em Brasília, o governador João Azevêdo tem sido bem avaliado nas pesquisas eleitores. Veneziano parece ter entendido que “colar” no socialista pode ser uma boa.

O que não acontece com relação a Bruno, a quem apoiou nas eleições de 2024. Não é de hoje que o senador, que já comandou Campina por dois mandatos, dá sinais de que na sua plataforma de campanha, em relação à Rainha da Borborema, só terá espaço mesmo para as obras de duplicação da BR-230 – de Campina até a Praça do Meio do Mundo. Poderia ser facilmente chamado de “fiscal da obra”.

Campina enfrenta um caos na gestão da saúde e os aliados do palanque de 2024 esquecem que a população vota e tentam convencer a total de zero pessoas de que eleição é eleição, gestão a parte. Ao final, acabam sendo cúmplices, já que foram avalistas. E, se palavra pesar, no mínimo, não são solidários com a população que é quem paga a conta.