O senador Efraim Filho (União Brasil) adotou o discurso de que três candidaturas da oposição ao governo da Paraíba não é um problema, pode até ser solução, já que não há como todos marcharem juntos ainda no primeiro turno.
Mas, precisa melhorar o poder de convencimento, ainda mais quando o apoio do grupo Cunha Lima – Cássio, Pedro e por tabela, o deputado federal Romero Rodrigues – está em jogo.
Efraim sabe que não pode abrir mão desse apoio, assim como o prefeito da Capital, Cícero Lucena, já entendeu que seria uma mão na roda. Mas, em Pedro decidindo manter na disputa até o final, serão três candidaturas de peso, em pretensas chapas com muitos espaços vazios. Deixaria espaços, nesse caso, para o nome da base governista, no caso, o vice-governador Lucas Ribeiro, avançar no tabuleiro.
“Três candidaturas, para mim, não é problema, muito pelo contrário. Quem mais provocou, quem mais torceu e quem mais viabiliza essa estratégia de três candidaturas é o nosso nome”, disse Efraim em entrevista ao jornalista Heron Cid (Rede Mais).
E complementou: “Vejo essa divisão como positiva para a nossa campanha, para a nossa pré-campanha, para a nossa estratégia. O discurso de Cícero com uma parte dos Cunha Lima é parte do jogo, não vejo o problema nisso e vamos acreditar no nosso potencial”.
Uma outra parte do grupo Cunha Lima a que Efraim coloca na balança seria o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, que é filiado ao União Brasil e ainda não oficializou seu caminho para 2026.




