Sobre romper ou não, fórmula de João Azevêdo é até bem simples

O governador João Azevêdo simplificou o que muitos na base tentam complicar: é só “fazer conta de perda e ganho”. Com uma base robusta e três pré-candidatos – o vice-governador Lucas Ribeiro, o prefeito Cícero Lucena e o deputado Adriano Galdino – se movimentando em “carreira solo”, há quem enxergue rompimento.

Disse ser natural que surjam projetos pessoais – não citou nomes, mas nem precisava -, mas que o grupo é mais forte unido.

“Faço o projeto de grupo e insisto na possibilidade de estarmos juntos, até porque você tem que fazer conta de perda e ganho. Às vezes, se anuncia coisas que eu não consigo entender, sinceramente, que ganho terá alguém em se afastar do grupo para disputar pelo qual nunca participou”, disse João.

E avaliou: “Sei que nosso grupo é forte. A oposição espera até hoje um rompimento para se viabilizar. Se nos mantivermos juntos, teremos chances reais de vencer a eleição no próximo ano”.

A fórmula está posta. Segue quem achar que deve. É preciso pessoas e partidos coloquem na mesa o que ganharão deixando a base governista e as vantagens e/ou perdas de se aliarem à oposição. Às vezes, o que se enxerga como ganho pode se transformar em dor de cabeça mais à frente.