Diante da “ameaça” constante de que pode desembarcar do Governo Lula a qualquer momento, o fato é que o Centrão, formado majoritariamente por Republicanos, PP e União Brasil, nunca “embarcou” na gestão, em se tratando de vestir a camisa. Claro, existem exceções, ou melhor, os sensatos.
Apesar de ocupar, e ostentar até, ministérios e cargos de segundo e terceiro escalão, lideranças nacionais do grupo estão pouco ou nada se importando com o governo. Pelo contrário, trabalham contra, o que não deixa de ser um contrassenso.
Esses partidos já deveriam ter entregue os cargos que ocupam, afinal, como dizem em alto e bom som, o Governo Lula está ruim. Mas não o fazem. E aqui faço uma análise rápida: é estratégia para não sair perdendo de jeito nenhum.
Se vislumbrarem uma chance real de tomar o poder em 2026, como Lula fez com Jair Bolsonaro, em 2022, desembarcarão. Agora, se o petista se recuperar até lá – e já dá sinais de que tem chances -, ficarão.
O discurso do “fico”, esse é simples de arrumar: dirão que o grupo decidiu uma uma “nova chance” a esse governo que, claro, só melhorou com a ajuda deles.




