A conta do governador João Azevêdo é simples. Agora, caberá aos partidos da sua base encontrar a solução. Em resumo, para as quatro vagas da chapa majoritária (sem contar com mais quatro das suplências de senador), cada legenda deverá indicar nomes e cargo pretendido.
Durante agenda em Cajazeiras, nessa sexta-feira (4), disse não se incomodar com condições, ao ser perguntado sobre declarações recentes do deputado Adriano Galdino, de cobrar do Republicanos atitude sobre 2026.
E repetiu o que já deveria estar claro para muitos: a base do governo é ampla e cada partido vai definir “como, com quem vai participar da chapa”. Lembrou que não dá para impor o que o Republicanos vai fazer. “O Republicanos tem que sentar, discutir internamente e apresentar para a chapa o nome que ele quer”.
O mesmo vale para o Progressistas, que tem o vice-governador Lucas Ribeiro como candidato à reeleição e o prefeito da Capital, Cícero Lucena, liderando as pesquisas de intenção de votos.
E disparou: “Que bom que temos 15, 20 querendo entrar na chapa. Quem não quer governar um estado que está na situação que está, um dos sete que tem superávit primário. Ficaria preocupado se não tivesse ninguém querendo governar a Paraíba”.




