Diferente dos antecessores na PMCG, Bruno não tem empolgado como opção para 2026

O que o futuro reserva ao prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima? Quase todos os prefeitos da cidade, de Cássio Cunha Lima, passando por Veneziano Vital e Romero Rodrigues, ou estiveram na disputa direta pelo governo da Paraíba ou chegaram perto. Já Bruno é o único cujo nome não é defendido com ênfase.

Teve ainda Cozete Barbosa, que assumiu a Prefeitura de Campina por dois ano quando Cássio deixou o cargo para disputar o governo e ser eleito. Depois dessa experiência, amargou o esquecimento. Não tinha fôlego para uma eleição estadual.

Cássio deixou a prefeitura, foi eleito e reeleito governador da Paraíba. Veneziano chegou a ser cotado para vice de José Maranhão em 2010, declinou, mas disputou em 2022 com apoio do PT e ficou em quarto lugar.

Romero era cotadíssimo em 2018 e 2022. Não foi o candidato da oposição porque não quis. Para 2026, já colocou o nome na pista. Se ainda tem crédito junto ao eleitor e aliados, é outra história.

Bruno vez ou outra é citado como uma opção por aliados, mas que não têm abraçado a figura política do prefeito. A sensação é essa citação é muito mais uma forma de não desprestigiar do que mesmo uma coisa real.

Anfitrião político d’O Maior São do Mundo, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, precisa reavaliar o futuro. Tem em mãos a segunda maior cidade do estado e o segundo maior colégio eleitoral. Não é pouca coisa/