Se depender da troca de “indiretas”, #sqn, entre o senador Efraim Filho e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, a federação União Progressista não precisa nem esperar 2026 para que se saiba que não há chance de aliança desses dois grupos na Paraíba.
Primeiro, União Brasil e Progressistas estão em lado opostos e os sinais já mostram que continuarão assim, a menos que um dos dois deixe o partido e a federação. Em tese, uma vez se consolidando a aliança entre as duas legendas, deveriam estar de mãos dadas, ou não?
Efraim Filho trabalha para ser o candidato da oposição ao Governo da Paraíba. Com quatro anos a frente de mandato no Senado, a contar de 2027, perdendo ou ganhando a eleição, não ficará de mãos vazias.
Aguinaldo posta em uma possível candidatura à reeleição do sobrinho, o vice-governador Lucas Ribeiro, caso João Azevêdo deixe a mandato de forma antecipada.
Em entrevista nesta sexta-feira (23), Efraim voltou a centrar fogo na base governista da qual Lucas faz parte. Aliás, sempre que fala sobre o tema insinua que Lucas não seria um adversário a ser considerado.
Esquece que precisa se resolver dentro da oposição: se ele for o nome escolhido, como ficará se a federação der o comando ao Progressistas?
Aguinaldo, por sua, também essa semana, garantiu que a base está unida e que, no momento certo, haverá uma definição. Mas, também corre contra o tempo já que precisa esperar por João. Ou não?
O que sabe, até agora, é que a federação só definirá o comando na Paraíba em abril do próximo ano. Se será no tempo ou tarde, saberemos mais adiante.




