Está cada vez mais difícil os“inocentes” manterem o silêncio em Campina

O silêncio dos “inocentes” tem incomodado. Nesse caso, os “inocentes” são os políticos que não só apoiam como tiram proveito da gestão do prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil), em Campina Grande.

Os políticos citáveis seriam os senadores Efraim Filho (União Brasil) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB), os deputados Romero Rodrigues (Podemos) e Tovar Correia Lima (PSDB), além do ex-deputado Pedro Cunha Lima e o ex-senador Cássio Cunha Lima.

Se qualquer um desses for questionado, são capazes de jurar de pé junto que a gestão é a “melhor do mundo”.

Mas, as declarações do empresário Dalton Gadelha, de que foi preciso ir à justiça para cobrar uma divida de R$ 33 milhões referentes a atendimentos médicos prestados à população de Campina pelo Hospital Help, expõe uma situação vexatória para o Governo Bruno e para a classe política que o rodeia.

A situação se complica ainda mais pelo fato de que os Gadelha são apoiadores dos Cunha Lima e tem um deles no primeiro escalão, que vem a ser Renato Gadelha.

A entrevista de Dalton à 98 FM de Campina ainda repercute, principalmente porque o empresário foi taxativo ao afirmar que a Prefeitura além de não pagar a divida que já tem quase dois anos, nem recebe os representantes do hospital para tratar do pagamento.